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O "estádio" do Artur

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Passei  pelo sítio onde imaginei esta croniqueta, publicada no "Correio da Beira Serra" em 13 de Maio de 2009. Agora,  sem as balizas, o "estádio" é um extenso milheiral. 







Aninhado no sopé do monte, o rectângulo não deve ultrapassar os cinquenta metros quadrados. Em cada canto, uma estaca delimita o espaço. E há duas estruturas de madeira erguidas ao alto, a “fazerem” de balizas, porque é de um “estádio” que se trata, na imaginação do pequeno Artur, quatro anos de gente… Nota-se que o “ervado” merece cuidados técnicos, mas não há marcações, e o “penálti”, se o houver, é para cobrar mais ou menos a meia dúzia de passos da imaginária linha de baliza. Certamente, o Artur, o primo João, bastante mais crescido (vai nas treze primaveras), e o Paulo, pai do Artur, não se importam mesmo nada com as “faltas”; árbitro também não deve haver, por isso, vamos ao jogo! A bola está à espera – já lá estava, szinha e “triste”, quando a descobrimos no “estádio vazio”, meia escondida pel…