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A mostrar mensagens de Novembro, 2009

Obra do "destino"

Dizem que a vida dá muitas voltas, não acredito: somos a imagem e semelhança dos destemidos motoqueiros do poço da morte, que é a própria vida, tal qual a descreve Sérgio Godinho numa analogia a condizer. Para mim, a canção é boa de ouvir, porque vai de encontro a um dos meus pensamentos quando a noite é de insónias.
“...A gente gira e nos ouvidos os motores vão formando melodias / cantadas logo em coro / p’ra conjurar avarias...”! Nem mais: somos nós a dar umas voltinhas pela dita cuja (vida), que está muito sossegadinha em algures, daí que não possamos assacar-lhe quaisquer responsabilidades, dada a ausência (?) do destino – haverá destino?
Aqui fica uma das minhas dúvidas, que é capaz de estar relacionada com a falta de religiosidade – nada a fazer, enfim, de tanto querer saber sobre o assunto (e nada sei!) tornei-me agnóstico; mas que acontecem coisas estranhas “ao destino das casualidades ou coincidências”, ninguém o nega. Os espanhóis não acreditam em bruxas, mas sempre vão dizend…

Barril de Alva

AGORA E SEMPRE, O TEMA É O "MEU" RIO