sexta-feira, 31 de julho de 2020

"Dia da Árvore"

A árvore em primeiro plano, que faz por crescer, foi plantada pelo Dr Fernando Vale no "Dia da Árvore" em 1996 - esta e outra que ainda existe junto à entrada da Casa do Povo do Barril de Alva, e outras duas perto da esplanada do "Bar da Banda", no Barril de Alva. Infelizmente foram cortadas...

sábado, 25 de julho de 2020

A nova Junta de Freguesia











A primeira Junta da nova Freguesia do Barril de Alva foi eleita em 21 de setembro de 1924 e era composta pelos seguintes barrilenses
EFETIVOS
Albano Nunes dos Santos
José Coelho  Nobre
António Brito Simões
José Maria de Paiva
José Martins de Carvalho
SUPLENTES
Albano Brito Simões
Manuel Marques Correia
José Luís Marque
Francisco Correia Rijo
António Valentim dos Santos

Interinamente, foi nomeado como regedor, Joaquim Jacinto Coelho Nobre.
No ano  seguinte, o primeiro aniversário da nova freguesia foi festejado no dia 15  de  julho por ter sido nesse dia, em 1924, que o Senado do Congresso da República aprovou a Lei da criação da nova  freguesia.
A partir de 1926 a data histórica a ser comemorada, de forma definitiva, passou  para  o dia 25 de julho.

Marcha do Barril de Alva


MARCHA DO BARRIL DE ALVA
Letra de João Maria Tudela
Música de João Maria Tudela

- Oferecida ao saudoso António Silvestre,
 vindo de Lourenço Marques (atual Maputo) -

Esta marcha vai
Na rua a passar
No Barri de Alva
Toda a gente sai
Para a ouvir cantar
Cantai raparigas
Que as vossas cantigas
É que vão ganhar
Toda a gente canta
A todos espanta
Porque é popular

Tanto no casal do baixo
Como no casal de cima
Toda a gente se quer bem
E toda a gente se estima
Se alguém te quiser mal
Não tens nada que temer

Pois lá tens o regedor
Pois lá tens o regedor
Que te ha de defender
-

Arquivos  do A.I.C.O.





quarta-feira, 22 de julho de 2020

Crónica da Serra (2)






 (…) tudo começou (a conversa lá de casa) pela recordação de um passeio, rio acima. “(…) Na ocasião, o “Farrosca” tinha colocado a roda (…) ”
E o Zeca Valentim, recordo-me perfeitamente, adiantou: “Nunca mais se faz o açude na ponte (…) 
CA / 1977 (?)
…
O açude foi feito, mas o “sol foi de pouca dura”…


Crónica da Serra (1)


Retornei de Moçambique  com as "mãos a abanar" - nem três louvores, três, obtidos durante quase quatro anos ao serviço da tropa me trouxeram “honra e glória”.
Eu, o retornado…
Um quarto de século  depois, as memórias da minha aldeia  eram intensas, principalmente dos quatro anos  passados na escola primária, no Barril de Alva, onde aprendi a "ler, a fazer contas" e outras coisas mais...
Fiquei por Lisboa…
No uso da enxada como “aprendiz de jornalista” desbravei caminhos sinuosos e inclinados…
.. e assim fiquei, até aos dias de hoje: “aprendiz de tudo”!
Nesse tempo de incertezas, fui repórter e cronista.
Durante algum tempo, num semanário publicado em Lisboa, mantive uma secção denominada “CRÓNICA DA SERRA”. Vem daí o uso “abusivo”  de chamar “minha” a Serra do Açor. É minha, a serra, e de quem a quiser sua, desde que lhe tenha  algum tipo de amor, talvez um pouco de paixão, que é coisa  com pouco alcance  físico. Espiritualmente, não.
É por aí, nesta mescla de sentimentos e emoções, que (também) me entendo com a terra onde nasci: amor quanto baste e uma pitada de paixão, sem exageros desmedidos - existem outras “pátrias” que me preenchem o espírito, a alma.
… mas o Barril de Alva, ai o Barril de Alva!!!