quarta-feira, 4 de abril de 2018

Carlos Nobre é o novo presidente da Filarmónica Barrilense



O ato eleitoral da Associação Filarmónica Barrilense, realizado no passado dia 30 de março, deve ser  visto  como  marco histórico na vida da instituição e faz renascer a esperança de uma vida nova. Débil, como a maioria das suas congéneres concelhias,  a centenária Filarmónica necessita da dedicação total dos seus associados, agora liderados pelo “núcleo duro” da nova gerência, encabeçada  pelo barrilense Carlos Nobre. Se  cada um de nós, com as  suas competências  e qualidades, (…) teimosos e cabeçudos beirões  (…), como disse Miguel Torga quando se referiu à construção do moribundo teatro Alves Coelho, for solidário  na paixão do amor, a Associação Filarmónica Barrilense, a médio prazo, poderá deixar o limbo vegetativo da sua penosa sobrevivência...

Assembleia Geral
Presidente - Joel Mascarenhas
Vice Presidente - Sérgio Nogueira
Secretária - Cláudia Brito
Conselho Fiscal
Presidente - Hugo Ramos
Vice Presidente - José Brito
Secretário - José Castanheira
Direção
Presidente - Carlos Nobre
Vice - João Fernandes
Vice - José Pedro Brito
Vice - José Alberto Tavares
1º Secretário - Rita Bernardo
2º Secretário - Acácio Simões
1º Tesoureiro - Luís Alberto Jesus
2º Tesoureiro - João Tavares
Vogal - Armando Lopes
Vogal - Carlos Alberto Santos
Vogal - António Cunha
Suplente - Paulo Madeira



quarta-feira, 28 de março de 2018

O rebanho - hora de "almoço"


O incêndio de outubro deixou o chão pintado de negro; entretanto, a mãe Natureza vestiu-o de verde, para regalo do rebanho do Carlitos... 



sexta-feira, 23 de março de 2018

domingo, 18 de março de 2018

O renascer das cinzas da princesa do Alva

Com  a devida vénia, publica-se excerto do excelente trabalho de Sara Andrés, com imagens de Rui Lopes Silva



VIAGENS NA NOSSA TERRA  - Sara Andrés, Côja e a sua região.
A ribeira da Margaraça desce serenamente a Serra do Açor, regando as suas verdejantes margens de vida. Segue o seu percurso atravessando algumas aldeias de xisto, onde por vezes ainda se consegue cheirar o suave aroma do sabão azul e branco. É um veio de ouro líquido que vai serpenteando a paisagem até chegar à sua foz com o Ri Alva, e foi precisamente no local deste encontro mágico que nasceu a vila de Côja (...)
Ler mais:
https://www.projecto100rota.com/2018/03/16/visitar-coja-o-renascer-das-cinzas-da-princesa-do-alva-por-sara-andres-viagens-na-nossa-terra/#more-3119

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

CT1AA - Estação Rádio de Lisboa



Comemora-se hoje, dia 13 de fevereiro, "O Dia Mundial da Rádio", que teve em Abílio Nunes dos Santos Júnior um dos pioneiros em Portugal. Foi proprietário da primeira estação emissora de radiodifusão sonora portuguesa, a CT1AA - Estação Rádio de Lisboa, que partilhava o seu indicativo de radioamador. Abílio Nunes dos Santos Júnior, natural de Lisboa, era filho e sobrinho dos proprietários dos Grandes Armazéns do Chiado, Abílio e Joaquim Nunes dos Santos, naturais do Barril de Alva.
As primeiras emissões de radiodifusão, ainda que experimentais e de uma forma irregular, mas que tinham como meta a regularização, começaram a 30 de Setembro de 1924; mais  tarde,  a 1 de Março de 1925, como “P1AA-Rádio Portugal,  a estação passou a emitir  em horários certos…

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

A “música” faz anos


A Banda Filarmónica do meu sítio, hoje, veste de gala. Os executantes, com a farda a estrear, briosos, fazem do grupo uma grande Filarmónica com um carrego bem mais pesado que os instrumentos que utilizam. 
Festejar com “pompa e circunstância” 123 anos de  vida, é obra - de obra feita,  sem interrupções. É por isso que o carrego pesa. É por isso que, com esforço e algum sacrifício, se mantém a tradição da “visita aos sócios”, porta a porta, como se  o povo inteiro fosse  o único sócio – e é, quando os ventos não correm de feição! É por isso que uns assumem a gestão da instituição e outros o instrumental - a “música”, razão de ser da existência da instituição. Sem a “música”, não havia Filarmónica - esta Filarmónica, cujo registo de nascimento remonta ao dia 5 de novembro de 1894 pelo empenho e conhecimentos musicais de José Monteiro de Carvalho e Albuquerque, senhor da “Casa do Barril”, desde sempre conhecida como Quinta de Santo António (é verdade que, durante um certo período, foi designada como “Casa Agrícola”…). 
O “senhor da Casa do Barril”, de início, chamou-lhe Grupo Musical da Quinta de Santo António, com alguma lógica; mais tarde o nome foi alterado para Sociedade Filarmónica Barrilense e, no passado recente, foi modificada a sua natureza jurídica e  designação.
Por mera curiosidade, acrescente-se um pormenor com algum relevo na história  do Barril de Alva, da Quinta e da Filarmónica:
No dia 12 de julho de 1931 foi inaugurado o “Cine Teatro Barril de Alva”, cuja lotação era de duzentos lugares, todos eles sentados. No dia 25 de julho de 1935, uma quinta-feira, pelo aniversário da extinta freguesia, o “Cine Teatro” apresentou uma sessão de cinema e estreou o Orfeão da Sociedade Filarmónica Barrilense!
... Breves memórias de todo um passado glorioso
Que a BANDA  FILARMÓNICA do Barril de Alva VIVA por muitos anos e bons!