terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Recanto
O rio Alva corre a dois passos do barril em granito, símbolo da Freguesia, que "insiste" em alindar-se ...
sexta-feira, 3 de junho de 2011
"De modos que... "
Diz a Rosa:
- O Gonçalo foi jogar futebol e levou com uma raquete de pingue-pongue nos lábios!!!
Diz a Rita Nunes:
- Então... são vinte e uma broa!
A Rosa, claro, queria dizer que o meu "sobrinho", enquanto jogava pingue-pongue durante o intervalo do jogo da bola, levou uma pancada com a raquete.
A Rita, na pastelaria, somou aos vinte "papo-secos" da encomenda, uma broa...
A Manelinha Sinde Filipe, durante o tempo em que esteve na Farmácia, em Coja, cuidou em guardar "pérolas" do nosso falar, rico de cambiantes como se sabe, e tornou-as públicas em "Estórias que fazem a historia" - vale a pena ler!
Quem tem material de sobra para apresentar, é a Rosa, que anota(va) as graciosas liberdades de expressão dos clientes..
Um dia destes publico mais dizeres apressados (se a Rosa não o fizer primeiro...), que fazem sorrir, outros gargalhar, depois de "apanhados" ...
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Moinhos de vento
Na "minha serra" há novos moinhos de vento, quem sabe à espera de outro Dom Quixote para os guerrear...
Da janela deito o olhar sobre o progresso no cocuruto do "Monte do Colcurinho", onde não descubro a capelinha, lugar de culto de muitas orações, mas vejo, nitidamente, os gigantes que "ameaçam tocar as nuvens".
A paisagem, vista lá do alto, é soberba - o Piódão, do outro lado, deita-se na encosta, a serra a subir... a subir... e o vento, ai o vento.... como canta!
Estou a muitos quilómetros do horizonte que contemplo da minha janela - parece que é "mesmo ali" o começo do mundo!
domingo, 24 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
O segredo, segundo Gabriel Garcia Márquez
A senhora é de poucas falas, na verdade mal a conheço, mas sempre que nos cruzamos sorri e toma a iniciativa do cumprimento de ocasião.Há dias, fomos mais longe nas palavras de circunstância, à mesa do café, e a senhora perguntou como ia o meu coração - calmo e sossegado, disse, e se se referia ao "aviso" com que me abanou, faz agora quatro anos, não ficaram sequelas; cuido-me o melhor que sei e posso, vou indo... andando!
Disse a senhora: como sempre o vi sorrir, ninguém diria que esteve com um "pé no outro lado"...
Naturalmente, sorri. Nem sempre o sorriso é sinal despreocupado da melhor disposição, respondi.
Cito Gabriel Garcia Márquez: "Nunca deixes de sorrir, nem mesmo quando estiveres triste, porque nunca se sabe quem se pode apaixonar pelo teu sorriso".
Com esta memória de um dos meus escritores favoritos, regressei a casa. Depois, procurei na estante palavras do mesmo autor e encontrei uma mão cheia de frases anotadas - escolhi a que me parece mais consentânea com a realidade:
"O segredo de uma velhice agradável consiste apenas na assinatura de um honroso pacto com a solidão".
sexta-feira, 8 de abril de 2011
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